"A lei (atual) é boa, mas é necessário superar problemas que possam alimentar a sensação de impunidade. A nossa ideia é modificar a lei para que a sensação de impunidade que volta novamente fazer com que as pessoas se sintam livres para beber e dirigir possa ser combatida", disse o ministro.
"Nós somos favoráveis a melhorar a atual lei, ao sancionamento penal daqueles que dirigem alcoolizados e favoráveis a que nós facilitemos a mudança na lei para que nós tenhamos efetivamente o resultado na sua aplicação", acrescentou.

"Não vamos colocar a dosagem limite como regra de demonstração. A ideia é dizer que aquele que dirigir embriagado incorrerá em crime. Isso pode ser provado por quaisquer provas emitidas em direito. E claro, a pessoa que quiser demonstrar as autoridades policiais que não está embriagado terá o direito de fazer o teste do bafômetro provando que não está embriagado. Ou seja, inverter a lógica da lei", avaliou o ministro.
O valor da multa deverá ser elevado. Segundo o ministro ainda não há consenso sobre o valor, mas a multa, em caso de reincidência, poderá ter o valor quadruplicado, chegando a cerca de R$ 3,8mil.
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